sábado, 23 de abril de 2011

Doa a Quem Doer, Mas Eu Desisto

Desculpas aos meus amigos que perderam seu tempo querendo me convencer, me desculpe aos meus pais que nao fazem ideia do que se passa dentro de dim, que me desculpe as freiras, padres e pais de santo, foi tudo em vão, desculpa aos departamentos de marketing das cervejarias, não consegui um sorriso sequer consumindo seus produtos, ao contrário das outras pessoas.


Não importa o que eu faça, com quem eu saia ou converse, o que eu bebo, o meu trabalho, os meus amigos, o que eu como, como eu durmo, o que eu penso, o quanto eu ganho... Nada é mais poderoso que a força da natureza. Perdi, não há mais fôlego na luta contra ela. Como diz Fernando Pessoa, o poeta português: "A vida prática sempre me pareceu o menos incômodo dos suicídios". O remorso pode ser a causa desse meu desespero, todavia é tudo o que posso sentir agora.

Me perdoem se eu insisti nesse tema, mas não sei escrever poemas, crônicas ou criar canções que falem de outra coisa que não seja o amor. Me perdoem se o quadradismo dos versos e parágrafos, vão de encontro aos seus intelectos que não usam o coração como expressão.


Um último adeus (a não ser que o fracasso seja tão efêmero quanto o sucesso)
Jorgin, O Maneiro

*Você Abusou (Antônio Carlos e Jacofi)

Um comentário:

  1. Acho que não te importa muito, mas me senti na obrigação de te avisar que estou sem crédito e não sei a sua operadora (estava esperando uma nova postagem para isso).

    Estou com vontade de dançar, realmente, mas discordaríamos em relação à música.

    Não te perdôo. Sabe que é um tédio quando você escreve desse jeito, principalmente quando seus erros sugerem que alguma coisa aconteceu.

    Ps.: quando você escrevia sobre filmes era mais divertido. Aliás, essa também é uma boa maneira de se redimir e explicar por que diabos o final é previsível.

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